Oh! que saudades que eu não tenho Da aurora da minha vida Da minha infância sofrida Que ainda bem ficou para trás. Rompantes, gritos, temores Naquelas tardes, carreiras Escondido entre as bananeiras Em cima dos laranjais. No lombo anteviam-se dores As pernas em tremedeiras Varas de marmelo e soiteiras Sibilavam ardentes ais. Saudades, meu bem, jamais.